Cinco sistemas,
nenhuma verdade
Operação, fiscal, financeiro e integrações vivem em bases separadas. A consolidação vira planilha — e a planilha vira a versão oficial dos números.
Comece por onde dói mais. Cresça sem trocar tudo.
Quatro sintomas que encontramos em praticamente toda transportadora e operador logístico de médio e grande porte no Brasil.
Operação, fiscal, financeiro e integrações vivem em bases separadas. A consolidação vira planilha — e a planilha vira a versão oficial dos números.
O resultado por filial aparece no dia 15 do mês seguinte, quando o prejuízo já aconteceu. Decisão sobre número velho não é decisão, é reação.
A emissão fiscal está trancada dentro do TMS. Trocar de sistema significa parar de emitir — e o fornecedor sabe disso em cada renovação de contrato.
Dezoito meses de implantação, operação sob risco e a promessa de valor sempre empurrada para o próximo trimestre. Muitos já viveram isso.
O custo real nunca foi a licença. É a decisão que ninguém conseguiu tomar a tempo porque o dado não chegou — ou chegou sem confiança.
A LOTRIVA nasce de um time que passou a última década construindo software de transporte em escala nacional — não de um time que descobriu logística em um slide.
O time fundador construiu, escalou e vendeu tecnologia logística para um dos maiores grupos de varejo do Brasil. Ela segue rodando lá — e o time voltou a construir por conta própria.
A Sinctec lança o SincLog: um TMS para operações de e-commerce que cobre o ciclo completo, do pedido à última milha. Chega a mais de 30 transportadoras clientes.
O Magazine Luiza (MGLU3) adquire a SincLog e a GFL Logística dentro da sua estratégia de infraestrutura logística.
Sob o grupo, a tecnologia multiplica em várias vezes a capacidade logística — incluindo a operação de marketplace — e passa a processar mais de 50 milhões de entregas por ano, com cobertura nacional.
Encerrado o vínculo com o Magazine Luiza, o time volta a construir por conta própria, com um foco só: soluções de logística que gerem resultado.
O mesmo time, agora com um ecossistema completo e com inteligência artificial na base — construído a partir de tudo o que aprendemos operando em escala.
Da startup ao volume corporativo: mais de 50 milhões de entregas por ano em produção.
Um adquirente estratégico de capital aberto avaliou e comprou a tecnologia — não o discurso.
Anos depois da aquisição, a tecnologia segue em operação e continuou crescendo sob outro dono.
Param onde a execução começa. O que dói no seu galpão vira pedido de melhoria e entra na fila da base inteira de clientes.
O modelo é genérico por construção. Cada especificidade de transporte vira customização paga prazo longo e dependência de consultoria.
É tudo ou nada: não dá para trocar um pedaço sem trocar o resto. E o fiscal preso ao fornecedor remove a sua alavanca a cada renovação.
Cumprem a obrigação e param ali. Não conectam a nada e não devolvem nenhuma informação que ajude você a decidir.
Não chegamos com catálogo. Chegamos com um diagnóstico, um indicador combinado e o compromisso de movê-lo — no seu ritmo, sobre a sua linha de base.
Nenhum deles é ruim no que faz — o problema nunca foi competência, e sim foco: todos se organizam em torno do próprio produto, e a sua dor precisa caber no que já foi construído. Começamos do lado oposto: da dor, e do número que prova que ela diminuiu.
Cada frente é vendida, usada e avaliada por si só — quem adota uma continua dono da própria escolha, e quem adota várias monta o sistema operacional inteiro sem recadastrar nada.
O anel é o LogConex: é por ele que a operação alcança embarcadores, marketplaces, seguradoras e parceiros — e é por ele que a malha cresce.
Três frentes que cobrem o dia a dia de quem move carga. Funcionam sozinhas e conversam entre si quando você quiser.
Sua operação inteira em uma tela, do pedido à entrega — sem trocar de sistema.
A frente que cobre a operação ponta a ponta: do agendamento na origem à comprovação de entrega, com todo mundo trabalhando sobre a mesma informação.
Suas rotas montadas pela restrição real da operação, não pelo mapa ideal.
Roteirização e sequenciamento que entendem janela de entrega, capacidade de veículo, zona urbana e rodízio.
Sua ocorrência com dono, prazo e histórico — nunca mais perdida no WhatsApp.
Chamados por unidade, com SLA de resposta e de resolução, em lista ou kanban, com trilha completa.
As três leem e escrevem sobre o mesmo cadastro: cliente, filial, veículo e motorista existem uma vez só — não três vezes, em três bases que divergem no fim do mês.
A conformidade que não pode parar e o resultado que precisa chegar antes do dia 15 do mês seguinte.
Seu fiscal de transporte emitindo sem susto, mesmo quando a SEFAZ cai.
Emissão com pré-validação por IA, contingência automática e guarda legal dos documentos autorizados.
Seu CIOT emitido em conformidade, dentro do mesmo fluxo do embarque.
Emissão para operações independentes ou totalmente conectada ao restante do ecossistema.
Seu controle e visão financeira que fala a mesma língua que seu negócio.
Contas a pagar e a receber, conciliação, fluxo de caixa e DRE por filial — com um agente de IA que avisa antes de você perguntar.
O CT-e autorizado no LogDocs vira receita e recebível no LogFin, já na filial correta. Ninguém redigita, ninguém concilia planilha, ninguém descobre a diferença no fechamento.
Conectividade não é bastidor. É o que abre porta comercial, viabiliza parceria e amplia cobertura sem imobilizar capital.
Uma frente registra o que acontece em campo. A outra responde ao destinatário.
Sua operação registrada na hora e no lugar em que ela acontece — mesmo onde não pega sinal.
O aplicativo do motorista: lista do dia, baixa na porta do cliente, foto, assinatura e motivo do insucesso. Trabalha offline e sincroniza sozinho.
Seu cliente acompanha a entrega sozinho — e para de ligar para o seu atendimento.
A página pública de rastreio que o destinatário abre pelo link, sem senha e sem cadastro. Pode ir embarcada no portal do seu embarcador.
O que o motorista registra na rua aparece no rastreio do seu cliente sem ninguém digitar nada no meio — e é a mesma evidência que fecha a ocorrência e comprova o pagamento do agregado. Em evolução: avisar o destinatário de forma ativa, sem esperar que ele pergunte.
Não trabalhamos com promessa de percentual médio de mercado. Medimos a sua linha de base e combinamos, junto, até onde dá para ir.
| A dor que ouvimos | Frente | O indicador que passamos a mover juntos |
|---|---|---|
| “Não sabemos onde a carga está sem ligar para o motorista.” | TMS Elite | Mais entregas com status em tempo real e dentro do prazo |
| “O motorista anota no papel e a baixa só entra no sistema no fim do dia.” | LogDriver | Menos tempo entre a entrega acontecer e ela aparecer no sistema |
| “O cliente do meu cliente liga no meu atendimento para saber da entrega.” | SigaEntrega | Menos ligações de status no seu atendimento |
| “As rotas são montadas pela experiência do encarregado — quando ele falta, a operação sente.” | LogPlanner | Menos tempo em rota e custo por entrega |
| “O DRE por filial fecha no dia 15 do mês seguinte.” | LogFin | Menos dias até o resultado fechado por filial |
| “Só descobrimos o erro fiscal depois da rejeição da SEFAZ.” | LogDocs | Menos rejeição na SEFAZ e retrabalho de reemissão |
| “Quando a SEFAZ cai, a operação para.” | LogDocs | Menos horas de operação fiscal parada |
| “Cada cliente novo vira um projeto de integração de dois meses.” | LogConex | Menos tempo para conectar um novo cliente ou parceiro |
| “A ocorrência se perde no grupo de WhatsApp e ninguém responde ao cliente.” | LogTickets | Mais ocorrências dentro do SLA de resposta e de resolução |
| “O CIOT é emitido fora do sistema, no improviso.” | LogCiot | Mais embarques com documentação conforme já na origem |
A meta de cada indicador é combinada no diagnóstico, sobre a sua linha de base — e revisada junto, no ritmo do seu negócio.
O sistema descobre — e vem até você, no WhatsApp, na notificação do celular ou no painel. Todo alerta exige uma decisão. Nenhum é decorativo.
A margem de frete da filial SP caiu 8 p.p. nesta semana.
A queda se concentra em três embarcadores. Posso abrir o comparativo com o mês anterior e listar os CT-e envolvidos.
Risco de atraso de 94% na rota SP-047.
O padrão histórico de segundas-feiras se repete. Redistribuir 37 entregas para a rota SP-051 recupera o SLA do dia.
O certificado A1 da filial Campinas vence em 30 dias.
Sem renovação, a emissão de CT-e dessa filial para no dia 12/10. Já preparei o passo a passo da substituição.
Não é um ERP genérico dobrado para caber no transporte. O modelo de dados nasceu dentro de uma transportadora — e isso aparece na primeira semana de uso.
Rateio por filial, pagamento de agregado, categorias de pedágio e combustível, faturamento amarrado ao CT-e e DRE por unidade são recursos de primeira classe — não campos livres adaptados.
CT-e, MDF-e e CT-e OS com regras de transporte, contingência SVC-AN, SVC-RS e EPEC automatizadas, e ciclo de vida do certificado digital acompanhado por filial.
Ordem de transporte que suporta transferência, hub-and-spoke e multimodal — não apenas o porta a porta. Paradas, tarefas e janelas separadas como a realidade exige.
Nossos conectores entendem o que é um XML de CT-e, uma ocorrência de entrega e uma averbação. Uma ferramenta genérica de integração só carrega o arquivo de um lado para o outro; nós entendemos o que está escrito dentro dele.
Por que isso importa: profundidade de domínio separa uma implantação de seis semanas de um projeto de dezoito meses.
Entrar por partes não é discurso nosso: é o que a nossa construção permite prometer e cumprir. Quem vende sistema fechado não consegue fazer a mesma promessa, porque o dele não foi feito assim.
Um escopo, uma equipe, uma métrica. Emissão fiscal, roteirização ou financeiro — a porta é a dor mais aguda de hoje, não a nossa lista de prioridades.
Nossos produtos convivem com o TMS, o ERP e a contabilidade que você já tem. Recebemos os dados do que você já usa, sem exigir que nada seja desligado.
Cada novo produto ativado aproveita cadastro, filiais, certificados e usuários que já existem. Sem novo projeto de implantação.
Seus dados são seus e saem a qualquer momento, num formato que outro sistema consegue ler. Retenção por valor entregue, nunca por dificuldade de saída.
Um mesmo embarque atravessa o ecossistema sem redigitação, sem exportação e sem planilha de ponte. Este é o caminho real de um CT-e dentro da LOTRIVA:
Organização, filiais, usuários e certificados são registrados uma única vez e reconhecidos por todos os produtos, com login único corporativo.
Cada produto adicionado aumenta o valor dos que você já usa: mais dados conectados significam previsões melhores e menos conferência manual.
Nada disso exige o pacote completo. Cada produto continua funcionando sozinho, com a sua própria proposta de valor e o seu próprio contrato.
Pedidos, rotas, motoristas, SLA, ocorrências e custos na mesma tela — para quem opera no galpão e para quem decide no celular.
Painel ilustrativo. Os indicadores exibidos representam a estrutura do produto, não dados de um cliente específico.
A decisão numa empresa do seu porte passa por segurança da informação, jurídico e TI.
Cada pessoa entra uma vez e enxerga só o que o cargo dela permite. Quem sai da empresa perde o acesso a tudo de uma vez. E dá para usar o mesmo login que a sua equipe já usa hoje.
Cada empresa tem a sua própria área, separada desde o primeiro dia — e não por uma configuração que alguém precisa lembrar de ligar depois. Nenhum outro cliente enxerga o que é seu.
Sua equipe puxa e envia informação por conta própria, com documentação aberta e aviso automático quando algo muda. Sem abrir chamado, sem esperar o nosso cronograma. (API pública e versionada.)
As frentes conversam entre si por avisos, não por dependência direta. Se uma sair do ar por alguns minutos, as outras seguem trabalhando e nada se perde no caminho.
A capacidade cresce sozinha na Black Friday e volta depois. Cada frente é atualizada sem parar as outras, e existe plano escrito para o dia em que algo der errado.
Fica registrado quem fez o quê e quando. Os documentos fiscais ficam guardados pelos cinco anos que a lei exige, prontos para uma auditoria ou o SPED.
Operações de e-commerce, marketplace e distribuição, com volumes que não perdoam improviso.
Clientes em operação em quase todos os estados do país.
Sem comitê, sem diagnóstico de quarenta páginas, sem consultor no meio do caminho. Três movimentos até o indicador se mexer.
Uma conversa com quem opera, não só com quem aprova. Saímos de lá com o gargalo mais caro identificado e o indicador que vai medi-lo.
Escopo pequeno, dado real, operação rodando. Você não para nada, não migra nada e não monta comitê para começar.
Acompanhamento semanal contra a linha de base. É aqui que a conversa deixa de ser sobre software e passa a ser sobre resultado.
O indicador combinado, medido contra a sua linha de base — e a decisão de continuar ou não, que é sua.
Se o indicador não se mexer, não há próxima fase. É por isso que conseguimos pedir a atenção da sua equipe sem pedir contrato longo antes.
| Critério | LOTRIVA | ERP genérico | TMS legado | Emissor commodity |
|---|---|---|---|---|
| Modelo de adoção | Produto a produto, no seu ritmo | Big-bang, projeto longo | Tudo ou nada | Ponto isolado |
| Inteligência | Agentes que monitoram e cobram decisão | Relatórios e BI sob demanda | Alertas fixos por regra | Inexistente |
| Domínio de transporte | Nativo: CT-e, filial, rateio, agregado | Genérico, adaptado por consultoria | Forte na operação, fraco no resto | Limitado ao documento |
| Fiscal | Produto próprio, independente do TMS | Módulo acoplado | Preso ao fornecedor | Especializado, porém isolado |
| Integrações | Hub que entende transporte | Conectores corporativos genéricos | Ponto a ponto sob demanda | Não conecta |
| Saída e portabilidade | Seus dados saem quando quiser, sem exclusividade | Alta dependência de consultoria | Migração custosa | Simples, porém sem histórico |
| Tempo até o primeiro valor | Semanas | Trimestres | Meses | Dias, com escopo mínimo |
É a pergunta com que começamos toda relação. Conte onde dói — no galpão, no fiscal, no caixa ou na malha — e nós dizemos, com franqueza, se temos como ajudar e como isso seria medido.